Cyber Genes

пятница, марта 24, 2006

Doenças/Alvo

Deficiência em a 1 anti tripsina
  • Aparelho Respiratório

Doença granulomatosa crónica

  • Células Mieloides

Fibrose cística

  • Aparelho Respiratório

Anemia de Fanconi

  • Células hematopoeticas

Doença de Gaucher

  • Sterm cells

Hipercolesteremia familiar

  • Hepatocitos

Sida

  • Linfocitos

Cancro

  • Fígado
  • Pulmões
  • Ovários ...

Ana Mafalda

24/03/06

Tratamentos

Pela primeira vez a análise e o tratamento da doença tem o mesmo alvo: ADN.A cura de desordens genéticas, com terapia genética está a ser investigada e posta em prática, sobretudo em doenças de grande incidência como é o caso do cancro, fibrose cística, doença de Gaucher, deficiência em a1 anti tripsina, SIDA (etc).Na teoria, uma doença genética pode curar-se por manipulação directa do genoma (reparando o defeito genético), introduzindo um gene funcional ou por repressão artificial do gene. No caso de terapia genética do cancro é possível inserir-se um gene que codifique para citoquinas, para que este actue como vacina anti tumoral.Para que se tenha sucesso, é necessário que o ADN seja incorporado de uma forma estável no genoma do hospedeiro. Esta forma de tratamento pode ser a única esperança para muitos indivíduos que sofrem de doenças graves e que de outra forma morreriam ou ficariam severamente afectados por doenças genéticas que não têm qualquer outro tipo de tratamento.
Ana Mafalda
24/03/06

Vacinas contra o HIV

O desenvolvimento de uma vacina eficaz contra o Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) constitui um dos objectivos principais da comunidade científica/engenharia genética para o controle desta epidemia.
Desde a descoberta do HIV como agente etiológico da SIDA (Sindrome de Imunodeficiência Adquirida), observou-se um avanço admirável no conhecimento de múltiplos aspectos do HIV e da sua interacção com o hospedeiro.Estes avanços científicos proporcionaram o desenvolvimento de novas estratégias de intervenção terapêutica. A utilização de terapêuticas antiretrovirais combinadas, recentemente desenvolvidas, designadas por HAART (Highly Active Antiretroviral Therapy) conduziu a uma melhoria do curso da doença acompanhada por reduções significativas da carga viral e subida no número de linfócitos CD4 circulantes, na maioria dos indivíduos tratados com HAART.
No entanto, deve-se salientar que as terapêuticas combinadas actualmente disponíveis não eliminam completamente os reservatórios virais, que incluem linfócitos CD4 não activados assim como monócitos/macrofagos (1, 2). As limitações conhecidas deste tipo de terapêutica, em particular a emergência de resistências virais e toxicidade, assim como as estimativas de cerca de 15,000 novos casos de infecção por dia a nível mundial, apontam para a necessidade urgente de uma vacina contra o HIV.
Ana Mafalda
24/03/06

Portugal sem laboratórios para identificar transgénicos

"Se se quiser fazer em Portugal um rastreio sobre produtos que contém organismos geneticamente modificados (OGM’s), mesmo os previstos na legislação, não existem laboratórios para fazer esse tipo de análises.
Os próprios comerciantes não têm meios para assegurar que os produtos que colocam à venda não contêm OGM’s. A constatação é do director geral de Fiscalização da Qualidade Alimentar, João Ribas.
A questão dos alimentos geneticamente modificados, conhecidos como transgénicos, foi levantada no âmbito de uma acção de sensibilização sobre qualidade alimentar , realizada ontem pelo Departamento de Engenharia Biológica da Universidade do Minho, dirigida à administração pública, associações comerciais, industriais e empresariais e entidades privadas de restauração e hotelaria.
Os OGM’s podem entrar em composição de alguns produtos, havendo, no entanto, um limite estabelecido pela legislação. Em Portugal, não é sequer possível averiguar se o limite é ou não respeitado. Consensual é que o consumidor deve ter o direito de optar entre produtos geneticamente modificados ou não.
João Ribas acredita que até final do ano disporá de alguns meios para combater este tipo de situações, que neste momento não poderá sequer ser reprimido.
Cerca de 77 por cento dos casos de contaminação alimentar ocorre em restaurantes e afins. A habitação é o espeço onde acontece 20 por cento destas situações, sendo que apenas três por cento se dá nas unidades industriais.
Muitas pessoas não atribuem os seus problemas de saúde a contaminação alimentar. Só quando os sintomas persistem ou se agravam é que consultam o médico e a situação fica registada. A mudança de estilo de vida, donde decorre um cuidado cada vez menor com a alimentação contribui em grande parte para o aumento da (in)segurança alimentar, lembrou José Teixeira , docente do Departamento de engenharia Biológica . Cada vez mais as pessoas ingerem comida feita fora de casa.
O aparecimento de novas variedades de microorganismos é outro factor de insegurança. Por outro lado, há actualmente um maior feed-back do que acontece. José Teixeira sublinhou que “a qualidade só funciona se houver reponsabilização ao longo de toda a cadeia do produto”, o que passa também por formação e informação adequadas.
A implementação de sistemas de análise rápidos que permitam uma detecção e solução atempada do problema foi um dos caminhos propostos, a par do desenvolvimento de novas técnicas de processamento alimentar."

Teresa Costa
Correio do Minho
30-06-2000

Alimentos transgénicos


"O que são Alimentos Transgénicos?
  • Os Alimentos Transgénicos, que também designaremos aqui por Alimentos Geneticamente Modificados (AGM) são produtos, destinados à alimentação humana ou animal, que incorporam Organismos Geneticamente Modificados (OGM). Os OGM são desenvolvimentos da engenharia genética resultantes da manipulação laboratorial dos genes de plantas ou animais. A discussão que se segue prende-se com o cultivo e a comercialização de plantas manipuladas geneticamente, destinados à alimentação, e os riscos que tais actividades representam para a agricultura, o ambiente e a saúde.

Qual o interesse dos AGM?

  • A engenharia genética permite a transferência de genes entre espécies de grupos biologicamente diferentes, combinando características de espécies que nunca se cruzariam naturalmente: é possível, assim, introduzir genes de um peixe num tomateiro, ou de um vírus em cereais, etc. O objectivo destas manipulações consiste normalmente na "criação" de um organismo com determinadas características que apresentem vantagens competitivas que serão depois transmitidas de geração em geração. Por exemplo, pode incorporar-se o gene de um bactéria numa espécie de milho para que este produza o seu próprio insecticida (é o caso do milho Bt da Monsanto), de forma a poder cultivar essa espécie de milho sem ter que usar insecticidas, ou usando o mínimo possível. A manipulação genética pode também ter como objectivo a alteração pura e simples de um gene, visando a alteração de algumas características indesejáveis de um determinado organismo. Pode alterar-se um gene do tomate para que este amadureça mais lentamente, o que trará vantagens em termos da sua distribuição. Outro dos argumentos promocionais das companhias que produzem este tipo de organismos é o de que as espécies alteradas são mais produtivas do que as correspondentes plantas tradicionais e, como tal, a sua adopção constituiria uma passo decisivo no sentido de acabar com a fome no mundo. Embora na maioria dos AGM, não existam vantagens do ponto de vista nutricional, ainda assim, as características já referidas acarretariam, só por si, vantagens consideráveis em termos económicos e sociais. "

Pedro Jorge Pereira pedro.calhau netcabo.pt

Terça-Feira, 1 de Fevereiro de 2005

Animais

Sendo os animais de espécies diferentes não se podem cruzar, mas existem excepções. A fecundação artificial facilitou este obstáculo, construindo puzzles zoológicos que agrupam num só corpo os traços de espécies diferentes. “ A técnica embryo transfer permitiu, por exemplo, a junção dos óvulos fecundados de uma cabra e uma ovelha, combinando-os entre si. O embrião daí resultante foi transferido para o útero de uma ovelha que levou a gravidez até ao fim, tendo um filho quimera (ovabra ou cabrelha)”. Esta técnica permitiu a exploração comercial de óvulos e esperma de animais de raça. os óvulos depois de fecundados in vitro são congelados e vendidos para todo o mundo onde são implantados em vacas comuns que farão progredir a gravidez. O público indirectamente e os produtores pressionam os biólogos; querem novos modelos de animais, mais férteis, maiores, com carnes mais refinadas. Querem incrementar a produção de raças exóticas como o novilho charolês ou a ovelha angora. E assim nascem as galinhas resistentes a doenças, os superporcos ou os coelhos com genéticas especiais.
Nem sempre as experiências são bem sucedidas ou bem fundamentadas e as imagens de animais transgénicos monstruosos, tornam-se do conhecimento público, alarmando-o.Mas estas técnicas para além dos benefícios provados têm outras potencialidades: animais em vias de extinção, como o tigre da Sibéria ou o panda, podem perpetuar-se no útero emprestado de outra espécie, que não rejeite o embrião.
Os animais trangénicos também são úteis para que se compreenda como é que os genes funcionam no organismo, sendo estas informações fundamentais para a compreensão da dinâmica de certas doenças como o cancro ou a SIDA.
Ana Mafalda
24/03/06

Ambiente

Por vezes a biotecnologia pode libertar para atmosfera microorganismos capazes de alterar o equilíbrio biológico, deste facto pode-se tirar proveito, ao ser usada para despoluir o ambiente: produzindo-se bactérias cujos enzimas são capazes de degradar produtos
poluentes, como o tulueno e o tricloroetileno .
Ana Mafalda
23/03/06

Plantas Transgénicas

Durante muitos anos os agricultores alteraram a combinação genética das plantas por eles cultivadas. A selecção artificial teria como objectivo a obtenção de características fenotípicas, como por exemplo: sementes maiores, maior desenvolvimento da planta, frutos mais doces, resistência da planta face a pragas e doenças… esta serão uma tentativa de juntar numa planta o conjunto de genes capaz de a tornar o mais útil e mais produtiva possível.
Porém, reunir os “melhores” genes numa planta tornariam um processo longo e difícil, dado que a obtenção deste propósito era conseguida apenas através do cruzamento artificial de plantas da mesma espécie ou a espécies muito próximas.
Melhorando a qualidade do produto, a engenharia genética tornou também possível a remoção ou a inactivação de genes indesejáveis, bem como a modificação de genes da própria planta que actuam em vias metabólicas específicas.
Embora as plantas transgénicas tenham efeitos positivos, também tem efeitos negativos, nomeadamente a nível ambiental (biodiversidade, poluição genética, etc.) e a nível da qualidade dos produtos destinados a consumo alimentar, o que tem levantado muitas dúvidas acerca da sua segurança e polémica em torno da sua legalização. No entanto refere-se aos efeitos na saúde humana do uso de DNA viral nas plantas tudo parece apontar que podem ser negligenciados. É, então, pouco provável que o receio de efeitos prejudiciais na biologia do ser humano, através da ingestão de plantas GM, se confirme.
Posso concluir assim que as plantas transgénicas são aquela em que se inseriu um gene (ou mais) de forma artificial. A sequência trangenica è descendência de outra planta ou mesmo de seres vivos significativamente diferentes. Estas são muitas vezes designadas por plantas geneticamente modificadas, embora, na verdade, a quase totalidade das plantas tenham sofrido alterações genéticas (relativamente ao seu estado “selvagem”), através da selecção artificial, a que foram submetidas pelo Homem.
Ana Mafalda
22/03/06

понедельник, марта 13, 2006

Clonagem

Clonar é um processo em que se insere um fragmento de DNA num plasmídeo ou no cromossoma de um fago sendo-lhe permitido replicar-se para produzir numerosas cópias do DNA. A replicação tem normalmente lugar quando o plasmídeo ou cromossoma fágico se introduzem num hospedeiro apropriado (ex: uma bactéria ou uma célula de levedura) e o aparelho de síntese do DNA do hospedeiro replica o DNA inserido na célula hospedeira.
Normalmente, o DNA dador corresponde a uma pequena porção do genoma de uma célula e encontra-se representado por uma ou duas cópias por célula. Logo, antes de se poder extrair o DNA dador tem de se obter, a partir quer um pequena porção de tecido, quer de uma cultura de células, um número suficiente de células desejado. Depois de se ter obtido um número suficiente de células contendo o material genético pretendido, cada célula tem que ser rebentada e o material genético extraído.
A engenharia genética pode obter clones moleculares ou clones celulares. A partir destes últimos podem reconstituir-se, por manipulação hereditária, organismos idênticos e susceptiveis de serem reproduzidos "em cadeia". A descendência de um clone representa geralmente uma linhagem genética uniforme, mas existe a possibilidade de surgirem mutações.

Componente de Clonagem/Função

Dna dador

  • Fonte do DNA ou gene a ser clonado.

Endonuclease de restrição

  • Enzima utilizada para cortar tanto u DNA do dador como o do vector em locais específicos, de modo a que o DNA do dador possa ser inserido no vector.

Vector

  • Plasmídeo ou bacteriófago utilizado para introduzir o gene a ser clonado numa célula hospedeira

Ligase de Dna

  • Enzima utilizada para ligar as extremidades livres e adaptáveis do DNA do vector e do dador e assim formar um vector recombinante.

Célula hospedeira

  • Geralmente uma bactéria ou uma célula de levedura. Os vectores recombinantes introduzem -se nas células hospedeiras de modo a obter maiores quantidades da molécula de DNA recombinante.

Ana Mafalda

13/03/06

Biotecnologia

Biotecnologia, é a ciência dos genes, para criar novos produtos a partir de animais e plantas. Esta também providencia qualidade nos alimentos e no avanço da medicina. É há muito utilizada na manipulação das plantas com o objectivo de criar novas espécies, ou de alterar as existentes no sentido de criar resistências a doenças e a pragas de insectos, melhorando a sua qualidade para consumo humano.
Apesar de serem técnicas consideradas como muito positivas dado o aumento da população mundial, são alvo de algumas críticas vistas serem técnicas dispendiosas que não estão ao alcance dos países mais pobres, agudizando-se assim as diferenças relativamente aos países industrializados. Por outro lado, a ideia de que a biodiversidade é um património comum da humanidade, não podendo por isso ser sujeita a monopólios, é outro argumento utilizado como crítica.
No entanto, o cerne da questão não se relaciona com as espécies vegetais, mas sim com a sua utilização na matéria biológica humana, como por exemplo nos genes. Aqui as questões colocam-se ao nível da engenharia genética, que consiste num conjunto de técnicas que permite modificar o ácido desoxirribonucleico, ou seja, os genes. O grande problema, está relacionado com a patente, que permite a exclusividade por um período de tempo na utilização de uma nova descoberta susceptível de aplicação industrial.


Hibridoma

Anticorpos

Proteínas

Intreferão

Albumina sérica humana

Hormona humana de crescimento

Activador plamiogénios de tecidos

Antritobina

Factores de coagulação do sangue

Luciferase (pirilampo)

Linfocinas

Factor da necrose tumoral

Gonadotropina humana

Insulina

Agricultura

Cereais resistentes a doenças

Tomates hidropónicos

Resistência a pesticidas

Bio-insecticidas

Fixação do azoto

Vacinas

Hepatite B

Herpes

GripeMalária

Ana Mafalda

10/03/06

воскресенье, марта 05, 2006

Engenharia genética



A Engenharia Genética é um conjunto de técnicas que permite manipular o DNA, os genes ou cromossomas e modificar a arquitectura do património genético, como também combinar elementos de vários genomas, concernente a espécies diferentes, e utilizar genes e cromossomas sintéticos.
Esta Engenharia esta inserida em todos os seres vivos, visto que todos utilizam ácidos nucleicos para armazenar e transmitir a informação genética. Uma das vertentes da Engenharia Genética, é a recombinação do DNA, que actua sobre o material genético de modo a obter vantagens sobre os modelos iniciais. Esta recombinação é aplicada nas Industrias Farmacêuticas (vacinas, novas drogas, reagentes de diagnostico…), na Agro-pecuária (animais e plantas resistentes a doenças, plantas resistentes a pragas, produção de espécies raras…), na Industria Alimentar (novos ingredientes, novas enzimas, novos processos de manufactura…).
A Engenharia Genética como já foi referido, têm várias funcionalidades nos tempos modernos, pois esta pratica a selecção Artificial ao nível molecular, que consagra como “base” as biotecnologias.
As Biotecnologias, genericamente significam a utilização das características dos seres vivos com fins práticos e industriais. Este ramo da ciência, partilha com a Engenharia Genética e a Tecnologia de DNA recombinante, os limites frágeis.

Ana Mafalda Peixoto
05/03/06





Introdução


Esta página foi criada no âmbito da Biologia, visto que desta forma é cativado o interesse dos alunos no campo de investigação e pesquisa da matéria leccionada nesta disciplina. Nesta forma de divulgação, os alunos integram-se no mundo das novas tecnologias de uma forma divertida e didáctica.
O tema predominante deste “blog” será a “Engenharia Genética”, uma engenharia que possui várias funcionalidades nos tempos modernos, actuando em diversos ramos da ciência que eu irei abordar mais à frente.
Espero que ao longo do desenvolvimento desta página os cibernautas fiquem mais elucidados e por sua vez mais atentos ao progresso da genética.

Ana Mafalda Peixoto
03/03/06